‘Temos que decidir: ou todos os direitos e desemprego ou menos direitos e emprego”, diz Bolsonaro

Fonte: Yahoo

'O que queremos é destravar a economia. Esse é o caminho', afirmou Bolsonaro em uma entrevista, destacando que a geração de emprego passa por isso (Tomaz Silva/Ag. Brasil)
‘O que queremos é destravar a economia. Esse é o caminho’, afirmou Bolsonaro em uma transmissão ao vivo, destacando que a geração de emprego passa por isso. (Tomaz Silva/Ag. Brasil)

A retomada da economia no Brasil deve passar por uma redução dos direitos trabalhistas, de acordo com Jair Bolsonaro. Em uma transmissão ao vivo realizada em sua página do Facebook na última sexta-feira, 9, o  novo presidente eleito afirmou que pretende “destravar a economia”.

“O que queremos é destravar a economia. Esse é o caminho. Os empresários têm dito para mim que nós temos que decidir: ou todos os direitos e desemprego ou menos direitos e emprego”, declarou. Bolsonaro garantiu, no entanto, que não vai retirar os direitos previstos na Constituição.

Empresários

O presidente eleito destacou que sua equipe está ouvindo o setor produtivo do país, mas que não se pode “salvar o Brasil quebrando o trabalhador”, fazendo menção ao projeto de elevação da alíquota da previdência de 11% para 22%. Bolsonaro afirmou que essa medida seria “absurda”.

Carta branca para Guedes

O presidente afirmou que seu ministro da Economia possui carta branca para trabalhar. “O Paulo Guedes deixou bem claro que quer abrir o mercado, mas que, para isso, tem que diminuir os impostos, senão quebra os empresários brasileiros. Eu confio nele”, declarou.

Previdência

Bolsonaro declarou que recebeu projetos de reforma da Previdência do atual governo, mas declarou que “pouca coisa pode ser aproveitada para o ano que vem”. “Nós queremos uma reforma da Previdência, mas não podemos começar com a Previdência pública normal que está aí, dos trabalhadores da iniciativa privada, que desconta os 11% do INSS. Não é por aí. Tem coisa errada. Tem que se rever alguma coisa. Mas a pública é a mais deficitária”, informou.

‘Não queremos nos tornar uma Grécia’

“O Brasil está chegando a um limite na questão orçamentária, que quase tudo é despesa obrigatória. A questão previdenciária, a despesa tem subido assustadoramente. Não queremos nos transformar no que foi há pouco tempo a Grécia. Agora, todos têm que entender que está complicada a questão da Previdência.

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