Rede de Juventude Indígena reúne lideranças em Brasília para fortalecer diálogo

Fonte: ONUBR

A Rede de Juventude Indígena (REJUIND) reúne até quinta-feira (12), em Brasília (DF), lideranças indígenas e apoiadores das cinco regiões do Brasil e de países da América Latina para o encontro nacional dos colaboradores da rede.

O objetivo é fazer uma avaliação da trajetória de dez anos da entidade e pensar estratégias para o futuro. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a partir de um projeto voltado para o fortalecimento institucional da REJUIND.

 

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

A Rede de Juventude Indígena (REJUIND) reúne até quinta-feira (12), em Brasília (DF), lideranças indígenas e apoiadores das cinco regiões do Brasil e de países da América Latina para o encontro nacional dos colaboradores da rede.

O objetivo é fazer uma avaliação da trajetória de dez anos da entidade e pensar estratégias para o futuro. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a partir de um projeto voltado para o fortalecimento institucional da REJUIND.

O projeto, que recebeu doação do UNFPA, pretende fortalecer as capacidades da rede para articulação, comunicação e incidência de seus integrantes. O foco é dar continuidade à construção de espaços de diálogo e ampliar a participação de mais jovens indígenas para compor uma rede nacional.

Com isso, será possível gerar propostas consensuais que reflitam as necessidades e desafios das diversas realidades, permitindo o pleno exercícios dos direitos individuais e coletivos.

O evento marca um período de transição do movimento da juventude indígena no país, com a presença de pessoas que marcaram toda a trajetória da REJUIND desde sua fundação, em 2009. Tsitsina Xavante, do Mato Grosso do Sul, é uma das precursoras do movimento, e afirma que o encontro é uma oportunidade de reconhecer os potenciais e trocar experiências.

“Para saber onde estamos e para onde pretendemos ir, é importante entender quem fomos. Esse instrumento institucional pode dar visibilidade para a juventude e combater os desafios que são impostos socialmente e estruturalmente”, afirma Tsitsina, que também é membro do Conselho Consultivo do UNFPA no Brasil.

Fortalecer as atuações das juventudes indígenas nos espaços de tomada de decisões é fundamental para manter vivas a memória cultural e a história dos povos, de acordo com o UNFPA. Outros apoiadores da iniciativa são o Instituto Sócio Ambiental (ISA), o Instituto Sociedade População Natureza (ISPN) e a Comissão Nacional de Juventude Indígena.

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