Empresas erram ao desprezar poder de consumo dos idosos, diz estudo

Fonte: ÉPOCA

Joseph F. Coughlin, diretor do MIT e autor de The Longevity Economy, defende que há um concepção errada sobre achar que somente os jovens são dispostos a “pagar por novidades e experimentar”
Idosos - idoso - envelhecimento - velhice - bicicleta - paz (Foto: Pexels)
 (Foto: Pexels)

No mundo dos negócios, grande parte dos inovadores costuma cultuar um alvo: os jovens, vistos como mais dispostos a experimentar e pagar por novidades. Joseph F. Coughlin, diretor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e autor de The Longevity Economy, afirma em seu ensaio que, nas últimas décadas, estabeleceu-se com força uma ideia nociva: a de que idosos formam uma população com poder de consumo desprezível e pouca inclinação a experimentar.

Alguns dados reforçam essa percepção: um estudo do National Institutes of Health americano revela que apenas 20% dos idosos com problemas auditivos usam aparelhos. Coughlin ataca o senso comum. Ele alerta que empresas deveriam olhar para idosos como uma população crescente, formada por grupos diversos, com poder de consumo e interesses variados, que exige estratégias de negócios específicas.

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