Assassinando esperanças?

Por Osvaldo Matos de Melo
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O Brasil é a nação que mais assassina jovens no mundo e onde mais morrem, nessa faixa de idade, no trânsito. É também onde adolescentes e jovens comentem mais crimes, e o país com maior número de dependentes químicos na faixa entre 14 e 29 anos.

Será que as estatísticas estão certas? Podemos confiar em governos que jogam para opinião pública esses índices, que se verdadeiros prejudicam suas administrações?

De quem é a culpa?

Será que é do executivo, nas suas esferas federal, estadual e municipal que não conseguem executar políticas inteligentes, eficazes de proteção e prevenção?

Será que é dos vereadores, deputados e senadores que não produzem leis e projetos bem estruturados para auxiliar na redução desses números, sem esquecer das ações de fiscalização dos gastos públicos para evitar a grande quantidade de desvios e erros de gestão?

Ou será que é do judiciário, que não consegue dar respostas rápidas e exemplares para os jovens e todos os envolvidos nesse sistema tão desumano, que nos coloca como uma das nações mais perigosas da história.

E os pais, como ficam nessa?

Será que esperar apenas das autoridades que consertem tudo não é um pouco de comodismo?

Os filhos entram na violência de uma hora pra outra? Esses pais participam realmente da vida dos filhos?

Procuram saber com quem eles andam? Conversam com seus amigos? Chegam de surpresas nas festas e locais de lazer que eles frequentam? Visitaram mas escolas, faculdades e arredores ide onde os filhos estudam?

Observam os seus olhos, amizades, comportamento, atitudes, quarto etc.? Esses pais procuram ser amigos ou muito mais do que isso, pais de verdade? Os limites e regras familiares são observados, ou os filhos ganham na conversa e pela mea culpa da falta de tempo e tudo certo?

Será que aos condições financeiras e a luta diária permitem os pais abrirem concessões?Será que os filhos de famílias ricas e pobres que tiveram sucesso nas suas profissões e vidas pessoais e nunca se envolveram em violência contaram com pais dedicados e vigilantes?E os filhos de ricos e pobres que conheceram, foram levados ou optaram pelas armadilhas das drogas tiveram atenção de pais dedicados e cuidadosos?

E o que fazer para estancar isso?Nada?Vai ficar assim e esperar que as autoridades continuem tentando e errando?As leis continuarão sendo criadas para amenizar e fingir que punem deixando o pobre Estado menos culpado para os olhos dos hipócritas?Os adultos que aliciam devem ser punidos rapidamente e com muitos agravantes? Vamos continuar vendo jovens matando, sequestrando, morrendo, sendo viciados, estuprando, abusando, roubando e praticando vandalismo sabendo que nada vai acontecer?Isso não estimula mais?Dificulta o trabalho dos pais, gestores, legisladores e aplicadores das leis.

Como uma Nação pode ter esperança no seu futuro, se parte expressiva dele está morrendo, sofrendo violência e praticando crimes?

Você pode responder essas questões?

Conheces realmente seus filhos?

 

Osvaldo Matos de Melo Júnior Pernambucano – Publicitário, Sociólogo e Especialista em Marketing e Comércio Exterior. Pesquisador de Segurança e Defesa, há 30 anos.
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