O crime organizado e o terrorismo no Brasil

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Talvez a nossa população não consiga enxergar o quanto estamos reféns de grupos de guerrilheiros, terroristas e bandidos cada vez mais organizados, já que, nos últimos anos, o número de analfabetos funcionais aumentou em progressão geométrica.
Facções que aprenderam a andar juntas quando convém e a matarem uns aos outros na hora em que disputam territórios, tocam o terror com apoio dos seus clientes zumbis das drogas. Algumas centenas de milhares de armas, qualquer estatística oficial é muito menor do que o verdadeiro número de armamento e munições de guerra que entram todos os dias pelas nossas fronteiras, rios e praias.
Alguns de mini submarinos, barcos, aviões e no lombo de burros, carroças e até em malas e carros de pessoas usadas pelo tráfico na sua logística demoníaca, desorganizada, mas que encontra nas falhas de fiscalização, corrupção, falta de equipamentos, efetivo, desmotivação e total desprestigio das forças armadas e de segurança pública que mal conseguem executar suas atribuições constitucionais, pois foram relegadas ao plano secundário com aquela velha e imbecil máxima de que o Brasil não precisa investir em defesa, pois nunca entrará em guerra.
Calhordas os que fizeram isso com nosso país, esqueceram que essa guerra aconteceria internamente, hoje a maior do mundo, que esfacela e destrói famílias e mata esperanças e força de trabalho e talento. Essas mesmas fronteiras imensas, renegadas e abertas ao submundo do crime, contrabando e roubo das riquezas minerais, vegetais e animais do nosso país.
Por mais que sejam sacerdotes e trabalhem, sem o apoio da sociedade e dos governos, os nossos militares e policiais não são deuses nem sabem operar milagres. Muitas vezes sacrificam sua saúde, vida e famílias para manter o mínimo de civilidade para nossas famílias e para os que financiam um dos maiores exércitos piratas do mundo. O exército do narcotráfico brasileiro.
Essa grande organização criminosa, que antes era desorganizada e agora resolveu virar até multinacional e invadir os países vizinhos a bala. A vida nacional, hoje, gira em torno das atividades criminosas dessa força formada por várias facções e clãs com comando central, estado maior, comandos estaduais, municipais e até com territórios definidos rua a rua nas nossas cidades.
Eles possuem suas próprias corregedorias, justiça, legislativo, executivo e até poder moderador formado pelos grandes reis chefes das facções que governam com mãos fortes e facadas e tiros nos que os desafiam ou deixam de pagar.
Essa imensa organização age com inteligência jogando a população contra suas forças de segurança e pegando carona nos discursos imundos e hipócritas de imbecis que repetem e repetem a mesma ladainha de sempre. Esquecem que nunca na história desse país, parodiando um certo alguém, nunca tantos brasileiros foram assassinados, feridos, espancados, violentados, estuprados, obrigados a praticar crimes diversos, tostados, dissolvidos em ácido e acostumados a viver em um verdadeiro inferno estressante de luta diária pela proteção da sua vida e dos seus familiares pelo simples fato de terem que se deslocar para o trabalho, médico ou passear, esse último cada vez mais limitado.
Estamos vivendo o estado do medo, da exceção, decretado pelo exército irregular e nefasto nas barbas de um Estado incompetente e sem nenhum preparo para reverter essa situação, onde 90% de todos os tipos de crimes, violentos ou não, têm como origem as drogas e as armas não registradas e que são adquiridas facilmente por quem entra nessas tropas de monstros e vermes terroristas da Pátria.
Estamos em pleno processo de fortalecimento dessa força armada do mal, que a cada dia fica mais violenta e mais rica. Vai chegar a hora, bem cedinho, que vamos achar os meninos do ISIS até bonzinhos.
Segurança e defesa devem andar juntinhas e estar sempre em primeiro lugar.

Osvaldo Matos de Melo Júnior Pernambucano – Publicitário, Sociólogo e Especialista em Marketing e Comércio Exterior. Pesquisador de Segurança e Defesa, há 30 anos.

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